Vou fazer a minha parte, de verdade.
Sem hipocrisia e sem a sonolência que vem me consumindo e que são frutos da minha própria procrastinação.
Há muito tempo eu tenho pensado nessa resolução, sem coragem ou animo para colocar em prática. Mas hoje eu acordei e decidida pensei : é hoje. A acomodação pediu para que eu ficasse, os velhos pensamentos tinham formato de sofá macio. Mas da maciez que dói as costas depois de muito tempo deitado. É essa maciez que não permite que eu me levante.
Vou fazer a minha parte, e não quero ser melhor que ninguém. Vou fazer a minha parte e não preciso de reconhecimento. Vou fazer a minha parte unicamente para me sentir confortável dentro da minha própria pele.Vou me fazer,porque é a única forma deu conseguir sentir amor.O amor que tanto quero distribuir e que tantas vezes falta pra mim mesma.A insegurança que é também ego. O ego frágil,o ego feio...mas ainda assim o ego. A excessiva preocupação de tentar controlar o incontrolável, de tentar reter o rio que flui. Quero deixar ir, e deixar-me ir.Me olhando pra poder me esquecer e não fingindo que não existo e tornando-me cada vez maior.
Terão dias de aflição, aquele pequeno nozinho na garganta...tipo hoje.Mas se o que me é necessário é tempo e dedicação,eu vou treinar.Vou caminhar tropeçando por essas pedras, até conseguir enxergar que não existe pedra alguma.Até a minha estrada ser puro vento...
Sem hipocrisia e sem a sonolência que vem me consumindo e que são frutos da minha própria procrastinação.
Há muito tempo eu tenho pensado nessa resolução, sem coragem ou animo para colocar em prática. Mas hoje eu acordei e decidida pensei : é hoje. A acomodação pediu para que eu ficasse, os velhos pensamentos tinham formato de sofá macio. Mas da maciez que dói as costas depois de muito tempo deitado. É essa maciez que não permite que eu me levante.
Vou fazer a minha parte, e não quero ser melhor que ninguém. Vou fazer a minha parte e não preciso de reconhecimento. Vou fazer a minha parte unicamente para me sentir confortável dentro da minha própria pele.Vou me fazer,porque é a única forma deu conseguir sentir amor.O amor que tanto quero distribuir e que tantas vezes falta pra mim mesma.A insegurança que é também ego. O ego frágil,o ego feio...mas ainda assim o ego. A excessiva preocupação de tentar controlar o incontrolável, de tentar reter o rio que flui. Quero deixar ir, e deixar-me ir.Me olhando pra poder me esquecer e não fingindo que não existo e tornando-me cada vez maior.
Terão dias de aflição, aquele pequeno nozinho na garganta...tipo hoje.Mas se o que me é necessário é tempo e dedicação,eu vou treinar.Vou caminhar tropeçando por essas pedras, até conseguir enxergar que não existe pedra alguma.Até a minha estrada ser puro vento...
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